Visitem o seguinte link para consultar o nosso póster final.
http://energianuclear19.edu.glogster.com/energia-nuclear/
NUCLEAR: Sim ou Não?
sexta-feira, 3 de maio de 2013
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Questionário Final
1.O átomo é:
a)Uma partícula muito pequena e indivisível
b)Um bloco de matéria
c)O nome da reação que ocorre quando se liberta
energia nuclear
2.Pela chaminé de uma central nuclear sai:
a)Vapor de água
b)Metano
c) Dióxido de Carbono
3.O acidente de Chernobyl foi causado por:
a)um sismo
b)um erro humano
c)
um animal
4.Quando foram usadas as primeiras bombas nucleares?
a)I Guerra Mundial
b)
Guerra da Coreia
c)II Guerra Mundial
5.Qual a aplicação médica que usa isótopos radioativos?
a)Quimioterapia
b)Ecografias
c)Radioterapia
6.Se houver uma fuga de água contaminada o que é afetado
diretamente?
a)O ar que respiramos
b)Solo
c)Nuvens
7. Em que século começou a extração de minério radioativo?
a)XX
b)XIX
c)XVIII
8. O uranio extraído é usado:
a)Tal e qual como é extraído
b)Após o seu empobrecimento
c) Após o seu enriquecimento
b)Após o seu empobrecimento
c) Após o seu enriquecimento
9.Sabendo que os resíduos nucleares têm como origem material
radioativo, qual dos seguintes materiais produz esses resíduos?
a)Petróleo
b)
Urânio
c)
Dinamite
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Resíduos Nucleares
Os resíduos nucleares têm como
origem material radioativo utilizado para a produção de energia em centrais
nucleares. Como é exemplo o Urânio. Outra origem é a produção de armas
nucleares, ou numa área científica como a radiologia e pesquisas.
Com esta produção de resíduos,
cria-se um grande problema, já que estes são radioativos, cancerígenos e
tóxicos. Como a sua esperança média de vida é “muito longa”, no caso do Urânio
235, anda à volta de alguns biliões de anos, torna-se cada vez mais necessário
encontrar formas de tratar estes resíduos, de forma a estes não contaminarem o
meio ambiente.
Segundo a Comissão Europeia só as
centrais nucleares europeias, produzem 7000 metros cúbicos de resíduos
nucleares por ano, estes resíduos consistem em :
- Material utilizado pelos
trabalhadores que entrou em contacto com material radioativo;
- Combustível nuclear;
- Material que entrou em contacto
com o combustível.
- Entre outros, que estejam em
contacto com o material radioativo.
Com esta grande produção de
resíduos, e à semelhança de quase todos os resíduos produzidos pelo homem, o
pensamento sugerido seria que houvesse tratamento para este problema. Mas não,
pelo menos por enquanto. Em todo o mundo os resíduos são deixados a arrefecer
ou em armazéns ou enterrados a pouca profundidade. O que causa entre várias
coisas, a possibilidade de haver um acidente, catástrofes ambientais, entre
outras. Com estes problemas em vista, está a ser criado na Finlândia, o
primeiro “cemitério” para os seus resíduos nucleares, que passa pela construção
de um armazém a uma profundidade de mais de 400 metros em rocha granítica, onde
será depositado os resíduos, acondicionados num sistema multi-barreira, que
consiste em “tambores de cobre puro com favos feitos de ferro fundido com
grafite. Os tambores são fechados com um tampão de lama bentonítica à prova de água.
Ali, a radioatividade será mantida sob controlo por no mínimo de 100.000 anos,
envolta por lama bentonítica.” (Libermann, 2011).
Fig. 1 - Favo de aço fundido com Grafite
Outro processo a ser utilizado, mas possivelmente mais dispendioso é o armazenamento em vidro. Podem ler este processo através da seguinte hiperligação:
Com a utilização de qualquer
matéria, existe sempre a produção de um resíduo como resultado dessa ação, este
é o resultado da utilização de materiais nucleares.
Bibliografia
Europeia,
C. (19 de 11 de 2012). Comissão Europeia. Obtido em 28 de 03 de 2013,
de http://ec.europa.eu/news/energy/101103_1_pt.htm
Libermann, R. (09
de 2011). This is Finland. Obtido
em 28 de 03 de 2013, de
http://finland.fi/Public/default.aspx?contentid=230836#!prettyPhoto
Savers, G. (07 de 11 de 2012). GreenSavers.
Obtido em 28 de 03 de 2013, de
http://greensavers.sapo.pt/2012/11/07/start-up-vai-transformar-residuos-nucleares-norte-americanos-em-vidro/
Wikipedia. (08 de 2010). wikipedia. Obtido em
28 de 03 de 2013, de http://pt.wikipedia.org/wiki/Res%C3%ADduo_radioativo
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Ciclo do Urânio
Evolução da exploração mineira de Urânio
A exploração mineira do urânio iniciou-se nos Estados Unidos da América (EUA), no
início do século XX. Todavia, a primeira extração de urânio para fins lucrativos
ocorreu na República
Checa, no fim do século XIX. Nesta altura, o
urânio era extraído, para logo poder extrair do mesmo um elemento altamente radioativo:
o radio. Este elemento era então
colocado em tintas fluorescentes para utilizar, por exemplo, nos ponteiros de
relógios e também na medicina.
Após a Segunda Guerra Mundial, a exploração do urânio aumentou. Este
acontecimento foi devido aos Estados Unidos comprarem urânio do Congo (até aquela altura colónia da Bélgica) e do Canadá para o aumento das suas armas nucleares.
Por sua vez, a União Soviética explorava suas minas de urânio que se localizavam onde hoje é o
Cazaquistão, para seu programa nuclear emergente. Estas não possuíam tanto
urânio quanto as minas dos EUA Todavia, ao longo dos tempos, conseguiram tornar-se
mais autossuficientes e independentes.
Em suma, hoje em dia ocorre um enriquecimento do urânio em muitas
centrais nucleares da Europa e da Rússia, tornando-se uma
forte exploração mineira.
Referência Bibliográfica:
Wikipédia: A enciclopédia livre. (s.d.). Obtido em 8 de Abril de 2013, de Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ur%C3%A2nio
sexta-feira, 29 de março de 2013
Armamento Nuclear
Entende-se
por armas nucleares as armas cujo efeito destruidor é provocado pela emissão de
radiação de partículas com núcleos instáveis. A particularidade destas armas é
a capacidade de concentração de energia em pequenos volumes. O sistema de
medição deste tipo de armamento é a quilotonelada (equivalente à explosão de
mil toneladas de TNT - nitroglicerina) e a megatonelada (equivalente à explosão
de um milhão de toneladas de TNT).
Existem
2 tipos de armas nucleares: a bomba atómica e a bomba de hidrogénio (bomba H).
A bomba
atómica baseia-se na fissão de núcleos atómicos, este processo é o mesmo que é
executado nas centrais nucleares, mas neste caso a energia nuclear libertada
não é contida e controlada, ou seja, toda a energia é libertada para o
ambiente.
A bomba
de hidrogénio (bomba H) baseia-se na fusão (união de dois núcleos) de átomos de
hidrogénio (símbolo químico – H). Para os núcleos se unirem é necessária a
energia produzida numa fissão, logo este tipo de bomba é mais poderosa que a
atómica, pois a libertação de energia neste caso necessita que ocorra uma
fissão para que, só ai se despolete a fusão.
As
bombas nucleares ou ogivas, se forem arremessadas, em queda livre, por aviões
tripulados podem ser de dois tipos: mísseis de curto alcance ou mísseis cruzeiro. Em terra são lançados sob a forma de mísseis
balísticos ICBM, IRBM, MRBM e em submarinos sob a forma de mísseis
balísticos SLBM.
OS
EUA, na busca de uma nova arma antes dos Países do Eixo na II Guerra Mundial,
cria o projeto Manhattan (projeto secreto) que reúne os melhores físicos
aliados de forma a explorar várias formas de novo armamento, neste grupo de
físicos figurava Albert Einstein, muito importante no desenvolvimento nuclear
americano, pois foi ele que assinou a carta dirigida ao presidente Roosevelt a
explicar o “benefício” deste tipo de armamento para os EUA.
O único
armamento nuclear usado para fins bélicos foram as bombas lançadas no Japão, no
decorrer da II Guerra Mundial. A que explodiu em Hiroshima, a 6 de agosto de
1945,com o nome de código Little boy,
abrangeu uma área de 12km2, vitimando 80 mil dos 150 mil atingidos. A
segunda explodiu em Nagazaki, a 9 de agosto do mesmo ano, sob o nome de código Fat Man. Ambas as bombas fizeram milhares
de mortos no momento e ao longo dos anos seguintes. A energia libertada em
segundos era de 36 mil quilotoneladas, que arrasaram por completo com as 2
cidades.
![]() |
| Fig 2 - Fat Man |
| Fig 3 - Nuvem Nuclear |
Existem
5 potências nucleares declaradas – Estados Unidos, Rússia, Reino Unido, França
e China. Os Estados Unidos e Rússia são as potências com mais ogivas, mísseis e
submarinos nucleares equipados com mísseis balísticos, desde a guerra fria.
Estes países são os que têm o maior número de testes nucleares registados.
O Tratado
de Não-Proliferação de Armas Nucleares (NPT) entrou em vigor em 1970 proibindo
as cinco potências declaradas de transferir armamento nuclear a países não
declarados. Este tratado atualmente engloba 180 países, embora que alguns dos
países sejam suspeitos de continuar com atividades nucleares, tais como a Coreia
do Norte, o Irão e a Líbia.
Dos
países que não assinaram o acordo, destacam-se Israel, India e Paquistão. O
governo indiano justifica-se dizendo que o tratado é discriminatório, pois
legitima os arsenais já existentes, não exigindo o seu desarmamento, no entanto
proíbe a outros países a aquisição deste tipo de armas. A Índia e o Paquistão,
após negarem o tratado, executaram testes nucleares o que fizeram com que ingressassem
nas listas das potências nucleares declaradas.
Na
década de 90 é assinado o Tratado de Redução de Armas Estratégicas (START) para
que o arsenal dos Estados Unidos e dos países que constituíam a ex-URSS (Rússia,
Ucrânia, Bielorrússia e Cazaquistão) fosse gradualmente extinguido.
O
Tratado para a Proibição Completa dos Testes Nucleares (CTBT) é criado em 1996,
mas para entrar em vigor necessita de ratificação de todos os 44 países com
capacidade conhecida de produção de armas nucleares.
Referências Bibliográficas:
Pinheiro, J. (s.d.). Cola da Web. Obtido em
25 de março de 2013, de http://www.coladaweb.com/quimica/quimica-nuclear/armas-nucleares
Wikipédia - Fat Man. (s.d.). Obtido em 2013 de março de 25, de
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fat_Man
Wikipedia - História das Armas Nucleares. (s.d.). Obtido em 25 de março de 2013, de
http://pt.wikipedia.org/wiki/Historia_das_armas_nucleares
Wikipédia - Little Boy. (s.d.). Obtido em 25 de março de 2013, de
http://pt.wikipedia.org/wiki/Little_Boy
Wikipédia - Projeto Manhattan. (s.d.). Obtido em 25 de março de 2013, de
http://pt.wikipedia.org/wiki/Projeto_Manhattan
quinta-feira, 28 de março de 2013
Radioatividade na Medicina
O termo radioatividade remete-nos para o processo de
produção de energia nas mal-afamadas centrais nucleares, espalhadas um pouco
por todo o mundo, embora que a maior forma de exposição a radiação seja em
exames médicos, tais como as radiografias, que registam a estrutura óssea com
recurso a raios X entre outros.
Outra forma de utilização da radioatividade na medicina é o
uso de isótopos para diagnósticos, tratamentos e deteção de drogas e hormonas.
Uma prática médica normal é a introdução de radioisótopos
artificiais, chamados de radio fármacos, que quando inseridos no corpo humano
emitem radiação que permite localizar a zona corporal onde estes se
depositaram. Um exemplo destes radio fármacos é o iodo-131, que é usado no
tratamento de cancro da tiroide pois ao se acumular nesse órgão, as radiações
gama destroem as células cancerígenas.
|
Radioisótopos
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Uso médico
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Cromo-51
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Imagem do baço e volume das hemácias
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Tecnécio - 99
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Estudo do cérebro do cérebro, pulmões, fígado, baço e ossos
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Sódio-24
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Lesões vasculares e volume do sangue
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Estrôncio-85
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Imagem de ossos para verificar a ocorrência de fraturas ou osteoporose
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Samário-153
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Tratamento de cancro ósseo. Atua como analgésico e
diminui a dor causada pela metástase no tecido
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Tálio-201
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Deteção de obstruções nas artérias coronárias
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Gálio-67
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Diagnostico e avaliação de tumores, é útil em processos
infeciosos e inflamatórios, avalia a extensão da doença
|
A área da medicina que usa a radioatividade denomina-se
Medicina Nuclear. Os termos mais comuns são radiografia, raio X, radioterapia,
quimioterapia, ressonância magnética, ultrassonografia, tomografia
computorizada.
Raios X
Descobertos em 1895, é a forma de uso de radioatividade mais
comum. Estes raios permitem registar lesões ósseas (zonas mais pronunciadas),
sendo possível observar também parte do tecido mole (zona sombreada). A
exposição excessiva a esta radiação pode causar graves danos, por isso todos os
indivíduos, exceto o paciente, devem usar aventais de chumbo, manterem-se
afastados do equipamento no momento em que é libertada a radiação e realizar
exames médicos com regularidade.
Radioterapia
A radioterapia utiliza a radiação no tratamento de tumores,
na maioria malignos. Este tio de tratamento consiste na destruição do tumor
através da absorção da energia da radiação na zona da patologia. Esta técnica é
usada para que o tecido cancerígeno seja o mais afetado pela radiação,
salvaguardando os tecidos circundantes. A quantidade de radiação varia
consoante a profundidade do tumor.
Referências Bibliográficas:
Fogaça, J.
R. (s.d.). Alunos Online. Obtido em 24 de março de 2013, de
http://www.alunosonline.com.br/quimica/uso-radioatividade-na-medicina.html
Fogaça, J. R. (s.d.). Mundo Educação. Obtido
em 24 de março de 2013, de
http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/aplicacao-radioatividade-na-medicina.htm
Torres, P. M. (s.d.). Cola da Web. Obtido em
24 de março de 2013, de
http://www.coladaweb.com/medicina-e-enfermagem/aplicacoes-da-radiacao-na-medicina
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