A exploração mineira do urânio iniciou-se nos Estados Unidos da América (EUA), no
início do século XX. Todavia, a primeira extração de urânio para fins lucrativos
ocorreu na República
Checa, no fim do século XIX. Nesta altura, o
urânio era extraído, para logo poder extrair do mesmo um elemento altamente radioativo:
o radio. Este elemento era então
colocado em tintas fluorescentes para utilizar, por exemplo, nos ponteiros de
relógios e também na medicina.
Após a Segunda Guerra Mundial, a exploração do urânio aumentou. Este
acontecimento foi devido aos Estados Unidos comprarem urânio do Congo (até aquela altura colónia da Bélgica) e do Canadá para o aumento das suas armas nucleares.
Por sua vez, a União Soviética explorava suas minas de urânio que se localizavam onde hoje é o
Cazaquistão, para seu programa nuclear emergente. Estas não possuíam tanto
urânio quanto as minas dos EUA Todavia, ao longo dos tempos, conseguiram tornar-se
mais autossuficientes e independentes.
Em suma, hoje em dia ocorre um enriquecimento do urânio em muitas
centrais nucleares da Europa e da Rússia, tornando-se uma
forte exploração mineira.
Referência Bibliográfica:
Wikipédia: A enciclopédia livre. (s.d.). Obtido em 8 de Abril de 2013, de Wikipédia:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ur%C3%A2nio
Caríssimas colegas, este tema é bastante interessante principalmente no momento que estamos a atravessar no nosso Planeta. O facto de publicarem a evolução da exploração mineira do Urânio tornou o tema mais perceptível. No entanto gostaríamos de saber se a exploração mineira é realmente benéfica para o Planeta.Futuramente, estaremos atentos às vossas publicações.
ResponderEliminarClaro que a exploração mineira nunca é benéfica para o ambiente pois tem grande impacto nos ecossistemas circundantes, pois sobram detritos que não são aproveitados e ao escavar o solo há material que é necessário para a sustentabilidade dos solos.
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