O termo radioatividade remete-nos para o processo de
produção de energia nas mal-afamadas centrais nucleares, espalhadas um pouco
por todo o mundo, embora que a maior forma de exposição a radiação seja em
exames médicos, tais como as radiografias, que registam a estrutura óssea com
recurso a raios X entre outros.
Outra forma de utilização da radioatividade na medicina é o
uso de isótopos para diagnósticos, tratamentos e deteção de drogas e hormonas.
Uma prática médica normal é a introdução de radioisótopos
artificiais, chamados de radio fármacos, que quando inseridos no corpo humano
emitem radiação que permite localizar a zona corporal onde estes se
depositaram. Um exemplo destes radio fármacos é o iodo-131, que é usado no
tratamento de cancro da tiroide pois ao se acumular nesse órgão, as radiações
gama destroem as células cancerígenas.
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Radioisótopos
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Uso médico
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Cromo-51
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Imagem do baço e volume das hemácias
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Tecnécio - 99
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Estudo do cérebro do cérebro, pulmões, fígado, baço e ossos
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Sódio-24
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Lesões vasculares e volume do sangue
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Estrôncio-85
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Imagem de ossos para verificar a ocorrência de fraturas ou osteoporose
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Samário-153
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Tratamento de cancro ósseo. Atua como analgésico e
diminui a dor causada pela metástase no tecido
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Tálio-201
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Deteção de obstruções nas artérias coronárias
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Gálio-67
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Diagnostico e avaliação de tumores, é útil em processos
infeciosos e inflamatórios, avalia a extensão da doença
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A área da medicina que usa a radioatividade denomina-se
Medicina Nuclear. Os termos mais comuns são radiografia, raio X, radioterapia,
quimioterapia, ressonância magnética, ultrassonografia, tomografia
computorizada.
Raios X
Descobertos em 1895, é a forma de uso de radioatividade mais
comum. Estes raios permitem registar lesões ósseas (zonas mais pronunciadas),
sendo possível observar também parte do tecido mole (zona sombreada). A
exposição excessiva a esta radiação pode causar graves danos, por isso todos os
indivíduos, exceto o paciente, devem usar aventais de chumbo, manterem-se
afastados do equipamento no momento em que é libertada a radiação e realizar
exames médicos com regularidade.
Radioterapia
A radioterapia utiliza a radiação no tratamento de tumores,
na maioria malignos. Este tio de tratamento consiste na destruição do tumor
através da absorção da energia da radiação na zona da patologia. Esta técnica é
usada para que o tecido cancerígeno seja o mais afetado pela radiação,
salvaguardando os tecidos circundantes. A quantidade de radiação varia
consoante a profundidade do tumor.
Referências Bibliográficas:
Fogaça, J.
R. (s.d.). Alunos Online. Obtido em 24 de março de 2013, de
http://www.alunosonline.com.br/quimica/uso-radioatividade-na-medicina.html
Fogaça, J. R. (s.d.). Mundo Educação. Obtido
em 24 de março de 2013, de
http://www.mundoeducacao.com.br/quimica/aplicacao-radioatividade-na-medicina.htm
Torres, P. M. (s.d.). Cola da Web. Obtido em
24 de março de 2013, de
http://www.coladaweb.com/medicina-e-enfermagem/aplicacoes-da-radiacao-na-medicina
Este texto mostra bem os benefícios que podem ser usados na medicina de forma a facilitar o trabalho medico e a melhorar a vida dos pacientes. Algum destes isótopos aqui presentes podem causar mais danos ao ser humano do que ajuda-lo a recuperar de alguma doença?
ResponderEliminarTodos eles causam danos no ser humano, mas pensamos que não existe nenhum isótopo que numa balança entre o mau e o pior não acabe por ser benéfico, pois por exemplo a radioterapia, “queima” a região onde o tumor está localizado, acabando também por afetar uma área circundante à afetada, mas este malefício acaba por “compensar”, pois dá mais tempo de vida a quem já não espera por ele.
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